Segunda-feira, 31 de Maio de 2010

Happy Birthday mister Eastwood

80 anos cumpridos, Clint Eastwood continua a ser o maior realizador vivo.

 

A filmar Hereafter em Paris com Matt Damon e companhia, o cineasta californiano celebra o seu 80 aniversário num dos pontos mais altos da sua carreira depois de ter apresentado oito filmes nos últimos sete anos, entre os quais alguns dos melhores da sua carreira. Como um bom vinho do Porto, Clint Eastwood tem melhorado com o passar dos anos, tendo apenas há dois anos deixado uma das obras-primas da década, o imperdível Gran Torino.

 

Uma carreira que ameaça, a cada ano que passa, usurpar o posto de algumas das maiores glórias da Sétima Arte já desaparecidas. He his that good...

 

 

 

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 16:40
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Dennis Hopper: 1936 - 2010

O canalha da Nova Hollywood. O homem que apresentou Hollywood ao seu lado mais negro e auto-destructivo morreu, 74 anos depois de ter nascido numa pequena cidade no meio do nada no Kansas. Pelo meio uma existência repleta de experiências, megalomanias e uma evidente auto-destruição. Assim foi Dennis Hopper.

 

A história gosta de imortalizar aqueles que fazem a diferença. Hopper fê-lo, à sua maneira.

Actor de fracos recursos, apaixonado pela imagem do seu amigo James Dean, com quem se cruzou brevemente em Rebel Without a Cause e Giant, Hopper era um verdadeiro quebra-cabeças na Hollywood dos anos 60. Quando conseguiu dinheiro para filmar um velho projecto, em parceria com Peter Fonda, não tinha a minima ideia do que estava prestes a encontrar. Easy Rider foi um pesadelo de filmar e editar e, contra todas as expectativas, tornou-se no espelho de uma geração desencontrada, como tinha sido, pouco antes, Bonnie and Clyde. A vitória no Festival de Cannes foi o transbordar de um copo que Hollywood tinha teimado em ignorar.

 

A partir daí Hopper foi elevado à figura de culto, uma especie de guro underground de uma Hollywood que tinha deixado de lado os ideias hippies para entrar numa mistura perigosas de alcool, drogas e crimes. Durante anos Hopper envolveu-se em vários conflitos com ex-mulheres, velhos amigos e productores vários. Viajou do Peru à Tailandia para filmar The Last Movie, repleto de material inédito mas que acabou por perecer face à sua imensa megalomania. Rendido pelas dividas e pelos gravíssimos problemas com o alcool e a cocaína, o actor caiu no esquecimento. Resgatado por Francis Ford Copolla em Apocalipse Now, só no final dos anos 80 voltou a entrar em produções de destaque. Blue Velvet, de David Lynch, restaurou-lhe a popularidade perdida junto de uma nova geração que tinha sido criada no berço pelos "eternos inimigos" de Hopper, os Spielberg e Lucas que o actor-director-productor-fotografo tanto desprezava.

 

Secundário em várias produções durante as duas últimas décadas, tendo sido nomeado por uma vez ao Óscar, Dennis Hopper estava a lutar contra um cancro da próstata terminal há um par de anos. Com ele fecha-se a porta sob uma realidade que a própria Meca do Cinema não sabe como lidar, com um mixto de vergonha e orgulho. Um espelho roto da sua própria carreira.

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 09:56
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Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

Scorsese quer que Pacino seja o seu Sinatra

Um dos grandes sonhos de Martin Scorsese é poder fazer um filme sobre Frank "The Voice" Sinatra, um dos seus grandes idolos musicais.

 

Um projecto que se arrasta há já alguns anos, essencialmente pelas dificuldades em articular num guião as distintas etapas na vida do músico, conhecido tanto pelo seu talento como pelas ligações á máfia, casamentos conflictuosos e passagens pelo mundo do cinema. De tal forma que o cineasta confessou que prepara uma nova abordagem para o projecto.

 

Numa entrevista ao jornal indiano The Hindu, o realizador nova-iorquino confirmou que o músico será interpretado por três ou quatro actores distintos, tendo em linha de conta a sua etapa de vida. Para o Sinatra envelhecido, dos últimos anos, e que narrará o filme num constante flash-back, Scorsese quer Al Pacino. O actor nunca trabalhou com Scorsese, na sua longa filmografia, e há várias décadas que são amigos. Um desafio estimulante que poderá contar ainda com uma surpresa.

 

Seguindo a mesma linha, também Robert De Niro pode juntar-se ao projecto encarnando um envelhecido Dean Martin, um dos membros chave do Rat Pack original, liderado por Sinatra. Seria o regresso da dupla que marcou o cinema norte-americano entre 1973 e 1980, recuperada depois nos anos 90 para mais dois projectos.

 

No entanto o próprio realizador também confessou que, juntamente com The Voice, titulo de trabalho do projecto, há mais sete projectos seus em andamento, desde Silence, um drama sobre os jesuitas que chegaram ao Japão no século XVI a The Irishman. Certo é que Hugo Cabret, insólita adaptação de uma banda desenhada em 3D, começará a ser rodado em Paris em Julho.

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 09:05
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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Bloom e Waltz no universo de Dumas

Depois de The Musketeer e The Man With the Iron Mask, Hollywood volta a aventurar-se no espectro de aventuras dos mais celebres heróis de Alexandre Dumas.

 

Filmado em 3D e com estreia planeada para o Verão de 2011, The Three Musketeers conta com o polémico Paul WS. Anderson no banco de realizador. E com várias novidades no elenco.

 

Orlando Bloom foi confirmado oficialmente como o Duque de Buckingham, personagem chave na trama entre os mosqueteiros e o cardenal Richelieu. Por sua vez, o histórico estadista, retratado com desprezo por Dumas, será interpretado pelo recém-oscarizado Christoph Waltz.

 

Entre o lote de mosqueteiros, por onde já andaram nomes como Kiefer Sutherland, Jeremy Irons, John Malkovich ou Gerard Depardieu, estão incluidos Ray Stevenson, Matthew Macfadyen e Luke Evans. Confirmados igualmente estão Milla Jovovich, como Milady de Winter, e Mads Mikkelsen, no papel do tenebroso Rochefort.

 

O filme será rodado em França e adaptado à nova tecnologia de 3D e, segundo o site Variety, tentará adaptar fielmente o celebre romance de aventuras que teria direito a duas sequelas narrativas devido ao sucesso da sua publicação original, Vinte Anos Depois e O Visconde de Bragellone.

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 08:48
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Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

Estreias - Os videojogos mataram as estrelas de cinema

Se os videoclips mataram as estrelas da rádio, os videojogos ameçam matar as estrelas de cinema.

Prince of Persia é a enésima adaptação de videojogo ao grande ecrã, num ritual que já se tornou num ciclo vicioso em Hollywood, tal como a constante reciclagem de clássicos antigos em remakes ou a súbita febre pelo universo de comics. Espelhos claros de que o cinema de hoje se preocupa apenas com o público adolescente. Como disse Spielberg uma vez, 25 palavras para descrever uma ideia é tudo o que o público precisa.

 

À volta deste Prince of Persia sobravam tantas palavras. Um jogo de computador de imenso sucesso que saltou às distintas plataformas actuais ganhando uma legião de fãs sem fim nos quatro cantos do Mundo. Automaticamente começou o processo de adaptação ao grande ecrã e Jake Gyllenhall, sem um projecto sonado desde Brokeback Mountain, acabou por ser eleito o protagonista. Ao seu lado a flamante Gemma Atterton e o esfingico Ben Kingsley, num filme onde os efeitos especiais fazem quase todo o trabalho. A direcção é de Mike Newell, um director que tanto realiza uma comédia negra como um filme para adolescentes, a lembrar os velhos veteranos dos estúdios da época dourada.

 

No meio há, aparentemente, uma história. Um principe com traços de ladrão envolve-se com uma princesa astuta para corrigir um erro passado, o de libertar as areias perdidas do tempo. Uma luta contra o tempo e contra uma série de vilões repleta de efeitos especiais, sequências de acção e alguns traços de humor. Perfeito para o único público que interessa a Hollywood.  

 

Esta semana estreiam também:

 

O sucesso de Being John Malkovich e Eternal Sunshine of the Spotless Mind abriu um vácuo que vários autores procuram preencher. Mas sem sucesso. Um dos exemplos é Cold Souls, história de um actor chamado Paul Giamatti (interpretado pelo próprio, já se sabe) que decide congelar a sua alma num frigorifico de proporções gigantescas enquanto decide entregar-se à representação sem escrupulos. Até ao dia em que a sua alma é roubada, levando-o a embarcar numa viagem existencial pelo Mundo à procura do seu próprio "eu". Sophie Barthes dirige uma história que conta ainda com Emily Watson e David Strathairn.

Sang-Soo Hong dirige Bam Gua Nat, história dramática de um pintor coreano forçado a emigrar para escapar à prisão. Para trás deixa uma mulher e filho pequeno, mas em Paris reencontra-se com a sua primeira amante e uma jovem estudante de arte que rapta o seu olhar e obriga-o a tomar uma decisão inesperada. Sabine Crossen e Ju-Bong Gi protagonizam o filme rodado a meias numa co-produção franco-coreana.

Le Premier Jour du Rest de Ta Vie debruça-se sobre a problemática das relações do nucleo familiar, abordando uma semana na vida de uma tipica familia de classe média à volta de uma série de encruzilhadas capazes de fazer estalar um status quo vigente durante largos anos. Remi Bezançon dirige um elenco co-protagonizado por Jacques Gamblin e Zabou Breitman.

Shrink é mais um olhar cáustico ao mundo das estrelas que é Hollywood mas sem a classe e o humor que rodeiam experiências como Get Shorty, comédias que procuram sacar o que de mais podre tem a Meca do Cinema. Há um psiquiatra e o lote de pacientes esteriótipados na figura da antiga estrela, do argumentista em crise existencial, o agente incontrolável e uma jovem espectadora com sonhos de grandeza. Kevin Spacey e Robin Williams protagonizam o filme de Jonas Pate. 

História sobre o passado oculto de "Il Duce", o filme Vincere, de Marco Bellochio centra-se na vida da mulher e filho ilegitimo do ditador italiano, concebidos quando este ainda era um personagem anónimo e escondidos da história por um regime que não admitia manchas no trajecto do seu lider. Um filme centrado na essência social do fascismo e no drama da Itália dos anos 20, protagonizado por Giovanna Mezzogiorno e Fillipo Timi.

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 09:33
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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Cameron Crowe volta a dirigir

Cinco anos depois, o autor de Jerry Maguire vai voltar a dirigir.

 

Um longo hiato na carreira de Cameron Crowe desde que o seu último projecto, Elizabethtown, estreou sem grande aplauso da critica e público em 2005. Paragem marcada por vários projectos falhados (incluindo um biopic musical sobre Marvin Gaye e um documentário sobre os Pearl Jam) que chega agora ao final com um drama rodado na Velha Albion.

 

We Bought a Zoo conta a história real de Benjamin Mee, um homem que deixou o rebuliço da cidade para restaurar um jardim zoológico semi-abandonado no meio do nada do campo inglês. Com ele segue a sua familia, incluida a mulher às portas da morte, vitima de uma doença incurável. Durante meses a familia aprende a redescobrir-se enquanto monta um projecto que ninguém acreditaria que seria viável.

 

Um relato sobre a dor da perda, a angústia da solidão e a vontade de seguir em frente que já tem data de estreia. Será a 23 de Dezembro de 2011, dando portanto um ano e meio ao cineasta para acabar de pulir o guião original de Aline McKay e seleccionar o elenco do projecto do qual ainda nada se sabe em detalhe. 

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 10:05
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Uma Palma (mais uma?) com tons politicos

O clima de "guerra civil" vivido nas ruas da Tailândia ecoou durante uns larguíssimos segundos na Croisette. Os aplausos da assistência ao cineasta Apichatpong Weerasethakul era uma clara mensagem. Cannes, um ano mais, optou pelo caminho da intervenção politico-social e galardoou, Uncle Boonmee Who can Recall his Past Lives, um filme que esteve sempre entre os favoritos. Uma noite de encontros esperados.

 

O filme do tailandês centra-se na história de um velho homem que sabe que vai morrer e decide partir para o coração da selva tailandesa e esperar. Esperar pelos fantasmas que o rodeiam, pelas vidas que nunca viveu e pela morte que sabe que é iminente. Repleto de fábulas, moralidades e pequenos contos dentro de uma grande história que hipnotizou com a sua cor e som tropicais o juri presidido por Tim Burton. De mãos a abanar. literalmente, sairam do certame os máximos favoritos, Mike Leigh e Kevin Loach. Para uma próxima será. Por sua vez o Prémio do Juri - que o próprio tailandês tinha ganho em 2004 por Tropical Malady - caiu em mãos francesas, entregue ao cineasta Xavier Beauvois autor de Des Hommes et des Dieux. 

 

A genial tour de force de Mathieu Amalric, um actor transformado em "cineasta auteur" com todos os defeitos e virtudes dessa condição, no tão pessoal Tournée não passou desapercebido e acabou galardoado com um surpreendente Palma de Ouro para a Melhor Realização. O argumento, por excelência um dos prémios de maior prestigio da tarde-noite em Cannes, foi igualmente para mãos orientais. Lee Chang-Dong e o seu Poetry, um dos retratos oníricos mais aplaudidos durante a quinzena oficial de competição. 

 

No apartado das representações não houve a minima surpresa.

Javier Bardem, um dos actores europeus da década, era o máximo favorito pelo seu desempenho desgarrado em Biutiful e não desiludiu. Um ex-toxicodependente com dois filhos pequenos e uma mulher que há muito não sente, que procura nas ruas perdidas de Barcelona o último folego de vida, foi o caminho que o espanhol teve de percorrer para conquistar o segundo grande galardão da sua carreira, depois do Óscar de Melhor Actor Secundário de 2007. O prémio acabou por ser partilhado, com o italiano Elio Germano, pelo desempenho, igualmente tocante, no drama La Nostra Vitta, sinal da necessidade que estes tipos de certames têm para o forçoso compromisso.

 

Entre as actrizes não havia dúvidas desde o principio e poucos se importaram que o seu rosto fosse também o da 63 edição deste Festival.

Juliette Binoche, finalmente, levou para casa a Palma de Ouro pelo seu retrato humano e perturbador de uma Ingrid Bergman dos tempos modernos na falsa-aventura do iraniano Abbas Kiorastami em Copie Conforme. Um triunfo igualmente politico, já que não escapou a ninguém as constantes intervenções de cineasta e actriz, em defesa do realizador iraniano Jafar Panahi, cujo nome foi vitoriado por Binoche à hora de receber o seu galardão.

 

Num festival longe da emoção e glamour das últimas edições, o brilho pecou por escasso. Dentro e fora da Croisette. A oferta cinematográfica atingiu, nesta edição, minimos históricos na última década e nem o perfume da Cote D´Azur serviu para atrair à Meca do Cinema europeu uma verdadeira legião de honra. Apontamentos necessários para a organização, agora que começa a contagem decrescente para a próxima edição.

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 08:15
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Sábado, 22 de Maio de 2010

Barrymore dirige regresso a Oz

Quando Hollywood decide começar a fazer remakes e sequelas de clássicos dos anos 30, podemos começar a perceber o desespero que grassa nos estúdios dos grandes executivos. Quase esgotado o filão dos comic books e com a chegada em força do 3D, os estúdios preparam-se agora para voltar atrás no tempo e resgatar grandes clássicos para os dias de hoje.

 

The Wizard of Oz será uma das primeiras vitimas.

O clássico de Vincent Fleming, no filme que lançou ao estrelato Judy Garland, será transformando num drama moderno dirigido pela actriz Drew Barrymore. Depois do seu primeiro filme como realizadora, Whip I! (sobre a patinagem feminina norte-americana), a polémica herdeira do clã Barrymore irá readaptar a história de Dorothy transformando a sua bisneta em protagonista de mais um duelo entre a Bruxa Malvada do Oeste e os habitantes do mundo de Oz.

 

Estarão lá todos os elementos, desde os descendentes dos amigos de Dorothy (o Homem de Lata, o Homem de Palha e o Leão) até ao belos sapatos vermelhos, rodados inicialmente com um trabalho de fotografia que marcaria a estética visual de Hollywood durante mais de uma década. O argumento do filme é ainda um segredo mas o projecto já tem 2011 como data de estreia. Resta ver se a própria Barrymore se coloca diante das camâras ou se irá recorrer à protagonista do seu último filme, a promissora Ellen Page.

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 09:50
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