O divertido Wall-E continua a surpreender e neste momento é já o filme animado com mais vitórias entre os mais importantes prémios da critica, confirmando-se como um dos filmes icones de 2008.
Wall-E triunfou categoricamente na entrega dos Chicago Film Critics Awards, premios da organizaçao onde militam nomes maiores da critica americana. O filme de Andrew Stanton venceu nas categorias de Melhor Filme, Melhor Argumento Original, Melhor Banda Sonora e Melhor Filme Animado.
Danny Boyle (Slumdog Millionaire) venceu como Melhor Realizador, enquanto que Mickey Rourke (The Wresler) e Anne Hathaway (Rachel is Getting Married) foram coroados como os Melhores Actores do ano. Na categoria de secundários, triunfos para Heath Ledger (The Dark Knight) e Kate Winslet (The Reader).
Entre os restantes ganhadores encontram-se o guiao adaptado de Slumdog Millionaire, a fotografia de The Dark Knight, e de Man on Wire como Documentário e Let the Right One In como Filme Estrangeiro.

Para muitos, o prémio mais importante a seguir a estas alturas do campeonato, ou nao fossem os actores a grande fatia dos membros da Academia.
O Screen Actors Guild divulgou hoje os nomeados a melhores do ano e nao faltaram surpresas. E uma clara confirmaçao. Que Doubt é o filme preferido do nucleo dos actores.
O filme de John Patrick Shanley arrecadou cinco nomeaçoes de cinco possiveis. Melhor Actriz, Melhor Actor Secundário, duas Melhor Actriz Secundária e Melhor Elenco.
Atrás do filme inspirado numa das mais famosas peças da Broadway, ficaram The Curious Case of Benjamin Button (tres nomeaçoes, incluindo Brad Pitt e Taraji P. Henson) e Milk com tres nomeaçoes.
Slumdog Millionaire e Frost/Nixon conseguiram duas nomeaçoes ao contrário de The Dark Knight, Revolutionary Road ou The Wrestler com apenas uma. O grande perdedor terá sido mesmo Clint Eastwood, já que o seu Gran Torino, nao conseguiu qualquer nomeaçao.
Aqui ficam os nomeados de este ano:
MELHOR ELENCO
Doubt
Frost/Nixon
The Curious Case of Benjamin Button
Slumdog Millionaire
Milk
MELHOR ACTOR
Sean Penn (Milk)
Mickey Rourke (The Wresleter)
Frank Langella (Frost/Nixon)
Brad Pitt (The Curious Case of Benjamin Button)
Richard Jenkins (The Visitor)
MELHOR ACTRIZ
Meryl Streep (Doubt)
Anne Hathaway (Rachel is Getting Married)
Angelina Jolie (The Changeling)
Melissa Leo (Frozen River)
Kate Winslet (Revolutionary Road)
MELHOR ACTOR SECUNDÁRIO
Heath Ledger (The Dark Knight)
Philip Seymour-Hoffman (Doubt)
Dev Patel (Slumdog Millionaire)
Robert Downey Jr (Tropic Thunder)
Josh Brolin (Milk)
MELHOR ACTRIZ SECUNDÁRIA
Viola Davis (Doubt)
Penelope Cruz (Vicky Cristina Barcelona)
Amy Adams (Doubt)
Taraji P. Henson (The Curious Case of Benjamin Button)
Kate Winslet (The Reader)
É uma das mais equilibradas lutas dos últimos anos. Não é candidatas favoritas mas sim desempenhos apaixonantes que podem complicar as contas até ao último segundo. Numa categoria habituada a surpresas da última da hora, este ano a única surpresa será descobrir que nome vai ficar de fora.





Meryl Streep é um dos maiores nomes da história do cinema. Ponto. Meryl Streep é recordista de nomeações aos Óscares. Ponto. Meryl Streep tem apenas 1 Óscar de Melhor Actriz. Ponto.
Uma realidade que pode mudar este ano já que estamos a falar de uma das grandes senhores da história do cinema. O seu desempenho em Doubt é estelar – dizem os fans – e extremamente convincente e tem todas as condições para fazer com que Streep deixe de constar no livro dos recordes atrás de nomes como Glenda Jackson ou Hillary Swank. E para a Academia, esse tipo de coisas, conta bastante.
Nesta luta de titãs há um nome que nunca se deve sobrevalorizar. Já venceu na categoria de Secundária. Já conseguiu nomeações surpreendentes. Mas falta-lhe a cereja no topo do bolo, ela que é a mais popular actriz da sua geração na Academia. Cate Blanchett é um nome obrigatório quando se falam de Óscares e o seu registo nos últimos anos tem sido brilhante. Mas falta-lhe vencer como Melhor Actriz Principal. Diz-se que o seu desempenho em The Curious Case of Benjamin Button é um dos melhores da sua carreira. E pode servir para uma consagração definitiva.
Outro nome grande que está à espera de que se lhe façam justiça é Kate Winslet. Depois de várias nomeações como Principal e Secundária, a actriz norte-americana teve em 2008 um ano dourada. O seu desempenho em The Reader pode valer-lhe uma nomeação como secundária. A sua performance em Revolutionary Road deve garantir a sua nomeação como Principal. Isto apesar do filme estar, claramente, a perder gás. No entanto Winslet é um nome consensual e a falta de um prémio, apesar da sua juventude, começa a ser fortemente criticada. O ano é complexo mas nada é impossível.
A querida dos críticos, Sally Hawkins está a afirmar-se como uma das grandes surpresas do ano. O seu desempenho em Happy-Go-Lucky tem contagiado crítica e público. É provável que conquiste o Globo de Ouro, já venceu importantes prémios da crítica e apesar de tudo continua a estar fora das listas por lhe faltar nome em Hollywood. Nestas coisas o nome conta e muito. Mas o seu pode ser a surpresa que muitos não esperam no dia das nomeações.
Falta espaço para tantos desempenhos memoráveis. E a quinta vaga vai ser difícil de ocupar. Anne Hathaway tem-se revelado como uma das mais sólidas jovens actrizes norte-americanas dos últimos anos. Num ano em que os Estados Unidos aprenderam a gostar de novo de si mesmo, nada mais normal que coroar o desempenho de uma das suas maiores promessas, por um filme que já de si é um espelho da sua sociedade, Rachel Is Getting Married. Mesmo que isso signifique deixar de fora nomes mais fortes.
ALTERNATIVAS
A crítica sempre se rendeu ao seu desempenho e conseguir a nomeação aos Globos foi importante. Mas num ano tão equilibrado, onde três das maiores actrizes americanas estão em contenda, e onde o voto britânico provavelmente irá para a recém-chegada Sally Hawkins, será difícil a Kristin Scott-Thomas conseguir a sua segunda nomeação. Além do mais, a vitória made in France do ano passado pode significar que a Academia não está disposta outra vez a render-se a um desempenho em francês, (o filme é Ill Ya Longtemps que Je T´Aime) especialmente num ano tão forte. Mas se for nomeada não será surpresa nenhuma. Resta saber quem cai.
Angelina Jolie foi o nome mais falado até Setembro. O mesmo tinha passado no ano anterior e no dia da cerimónia ela não estava entre os nomeados. É provável que o cenário se repita. The Changeling não teve o sucesso habitual dos filmes de Eastwood e Jolie não é um nome tão respeitado no meio como é nas revistas do coração. A sua nomeação, repita-se, não seria surpreendente. Mas seria mais a sua inclusão do que se ficar de fora, especialmente neste ano.
Há quem diga que é o melhor papel do ano. Melissa Leo é uma actriz desconhecida para o grande público norte-americano, mas que conquistou Sundance com o seu desempenho em Frozen River. Viu-se superada por Hathaway, Scott-Thomas e particularmente Hawkins na luta pelas prémios da crítica (que vão praticamente decidir duas das cinco vagas). Deve ficar com o prémio do festival de cinema independente, apesar da sua provável ausência ser, para muitos, a injustiça do ano.
The Tale of Desperaux é a nova aposta do cinema de animação britânico e a prova de que, depois do sucesso de Belleville-Rendez-Vouz e Persopolis, que o cinema de animação europeu está bem vivo.
Os cineastas Sam Fell e Robert Stevenhagen dão vida a uma história de heróis improváveis. Um rato intelectual e o seu cínico companheiro juntam-se com uma curiosa rapariga para salvar uma princesa desesperada.
Uma improvável fábula de heróis desencantados que assenta num traço surrealista a lembrar os mais recentes sucessos europeus. O filme conquistou admiradores um pouco por toda a Europa ao longo do ano e chega agora a Portugal a tempo de encantar os mais pequenos (e não só), nesta véspera natalícia.
Para dar mais realismo a história, o filme conta com as vozes, na versão original, de Emma Watson, Christopher Lloyd e Dustin Hoffman.
Esta semana estreiam também:
The Son of Ranbow é uma divertida comédia, dirigida pelo britânico Garth Jennings, sobre dois jovens estudantes, que no inicio dos anos 80 decidem juntar-se para realizar um filme inspirado nas aventuras de Rambo. Bill Milner e Will Poulter protagonizam esta divertida história.
Faubourg 36 leva-nos para os dias da Frente Popular num bairro típico do norte de Paris. Uma família procura uma nova esperança para superar os tempos difíceis em que vive sem nunca perder a boa disposição que reina nos cabaretes e clubes musicais do seu bairro. Dirigido por Christophe Barratier, o filme conta com os desempenhos de Gérard Jugnot, Clóvis Cornillac e Kad Merad.
Vencer um prémio póstumo é sempre um fenómeno raro, mas não é inédito. Há quem cite James Dean, mas o jovem actor nunca chegou a ganhar. Agora há alguém que pode está perto de ultrapassar a sua lenda maldita.





O actor australiano Heath Ledger, falecido no passado mês de Janeiro por overdose, é o inquestionável favorito nesta categoria. O seu desempenho é provavelmente o mais apaixonante de todo o ano (e quiçá em muito tempo) e é impossível ficar indiferente ao sorriso rasgado de Joker. É uma das bases em que assenta o sucesso de The Dark Knight e a sua nomeação é um dado seguro. E quase se pode começar a dizer o mesmo do seu triunfo.
O seu maior rival será sempre outro dos grandes nomes da actualidade do cinema norte-americano. Mais um caso de um actor principal desviado subtilmente para esta categoria, Philip Seymour-Hoffman tem tudo para poder terminar com o sonho póstumo de Ledger. Um excelente papel em Doubt, um marcante desempenho e um nome muito popular no meio podem servir para dar ao actor o seu segundo Óscar.
Nesta linha de discórdia é importante ter em atenção a Josh Brolin, que segue a reboque do sucesso de Milk, mas que tem mostrado nos últimos anos ser uma das mais agradáveis surpresas que o cinema americano tem proporcionado. Tinha sido o único a salvar-se do naufrágio que acabou por ser W. como já no ano passado tinha estado em alta em No Country For Old Men. O seu poderoso desempenho no filme de van Sant faz dele um fortíssimo candidato. No caso de falhar a sua nomeação, atenção a James Franco que pode até mesmo conseguir com que o filme consiga dois lugares nesta categoria.
Quem também estará certamente na primeira fila é Michael Sheen. O actor britânico que já tinha mostrado todo o seu potencial em The Queen, é um digno rival de Frank Langella no duelo Frost/Nixon. Um desempenho memorável e que conta com o forte apoio da comunidade britânica capaz sempre de fazer estragos quando menos se espera.
No meio do mau momento que parece atravessar Revolutionary Road, parece que há um nome que vai-se esquivando e continua a parecer tão sólido agora como há um mês. Trata-se de Michael Shannon, também ele uma revelação, depois de em Bug ter-se já assumido como um interessantíssimo actor. Resta saber se a queda do filme, ao concretizar-se, tem o poder de retirar-lhe uma nomeação que todos indicam como merecida.
ALTERNATIVAS
O sucesso do filme de Mike Leigh, Happy-Go-Lucky teve o condão de despertar atenções para o desempenho de Eddie Marshan, um simpático actor britânico capaz de conquistar o coração dos espectadores e que pode beneficiar da acérrima competição entre os actores de Milk ou a baixa de forma de Revolutionary Road.
Também ainda em luta está Dev Patel, que pode ser considerado pela Academia como secundário, de forma a conseguir lutar por um lugar que parece actualmente impossível na principal categoria. Se assim for o jovem actor indiano torna-se automaticamente num candidato fortíssimo face à popularidade de Slumdog Millionaire.
Mais um dia, mais associaçoes de prémios a divulgar os seus favoritos do ano.
Hoje o dia foi marcado pelas associaçoes mais importantes do Texas, Houston e Austin.
No caso da primeira, vitória para The Curious Case of Benjamin Button, mas com Danny Boyle como Melhor Realizador.
Sean Penn e Anne Hathaway, nas categorias principais, e Heath Ledger e Viola Davis, nas secundárias, foram os vencedores entre os actores. Para melhor eleito, vitória de Doubt.
Man on Wire e Wall-E repetiram vitórias em Documentário e Filme Animado, enquanto que Mongol venceu na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Em Austin o triunfo foi para The Dark Knight em toda a linha.
Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actor Secundário (Heath "The Joker" Ledger), Melhor Argumento Adaptado e Banda Sonora foram as categorias premiadas. Destaque ainda par as (esperadas) vitórias de Sean Penn e Anne Hathaway nas categorias principais de representaçao e surpresa com a vitória da jovem Taraji P. Henson como melhor actriz secundária, por The Curious Case of Benjamin Button. Synedoch, New York venceu o prémio a Melhor Argumento Original e Wall-E o melhor filme Animado.
É sempre uma categoria confusa porque vive das muitas indefinições que resultam das próprias campanhas das produtoras. Mas tem, de momento, uma das mais fortes candidatas a tornar-se na primeira certeza do ano.





Tal como aconteceu no ano passado com Javier Bardem, também Penélope Cruz parece ter começado uma dinâmica ganhadora que dificilmente será parada. A actriz espanhola que já tinha sido nomeada por Volver, na categoria principal, em 2006, volta a estar em alta pelo seu desempenho em Vicky Cristina Barcelona. Conseguiu já vários prémios da critica, arrancou nomeação nos Globos e deve ter a nomeação ao Óscar mais do que garantida. É desde já, a mais provável vencedora.
Em concorrência directa estará Kate Winslet. A brilhante actriz norte-americana teve em 2008 um ano de excelência, mas de momento não está a ter sorte com as campanhas dos seus dois filmes. A confirmação dos Globos fez com que o seu desempenho em The Reader se considere como secundário (quando na realidade é a principal) de forma a poder evitar uma competição contra um outro filme seu, na categoria rainha. O seu desempenho é a alma do novo filme de Stephen Daldry e o ensejo de premiar uma das mais injustiçadas actrizes da actualidade pode fazer dela uma eventual ganhadora.
Também na luta está Marisa Tomei. Depois de ter vivido o ano à sombra do desempenho estelar de Mickey Rourke em The Wrestler, a actriz está preparada para lutar pela segunda estatueta, quinze anos depois de My Cousin Vinny. O seu desempenho e a sua popularidade podem ser suficientes para garantir-lhe a nomeação, e a partir daí, depende só dela chegar ao coração dos votantes.
Viola Davis é um nome desconhecido para a maioria dos espectadores, mas esta veterana actriz é uma das maiores senhoras do teatro norte-americano. Foi resgatada por Doubt para a ribalta onde num papel pequeno (aparece em apenas duas cenas cruciais) se revela como uma injecção de sangue num filme calculado ao milímetro. Já se assumiu como uma das mais fortes candidatas à nomeação e quem sabe, a suceder a outras actrizes negras como vencedora na grande cerimónia.
O sucesso que tem granjeado Rachel is Getting Married passa muito pelo sóbrio elenco concebido por Jonathan Demme para dar corpo a esta comédia agridoce de uma sociedade multicultural e racial que predomina nos States de hoje. E desse elenco o leque de actriz é o que tem verdadeiramente chamado à atenção. Se a estrela da companhia é Anne Hathaway, cabe às duas actrizes secundárias, Rosemarie De Witt e a veterana Debra Winger, funcionar como equilíbrio nesta desequilibrada balança emocional. É provável que uma dela consiga a nomeação. Neste momento De Witt parece tomar vantagem mas Winger é uma velha glória que pode aqui ter o seu comeback.
ALTERNATIVAS
O sucesso de The Curious Case of Benjamin Button pode ter o condão muito típico de Hollywood de arrastar os mais insuspeitos. Neste caso a jovem Taraji P. Henson, uma actriz semi-desconhecida que tem recebido excelentes reviews pelo seu desempenho e que pode ser a grande surpresa nesta categoria.
As duas grandes metropoles do norte anunciaram os seus candidatos aos prémios cinematográficos de 2008.
The Dark Knight, Wall-E e Slumdog Millionaire sao os unicos filmes que coincidem na lista dos cinco favoritos ao prémio do ano para a Detroit Film Critics Association e a Chicago Film Critics Association.
Em Chicago para além dos filmes de Nolan, Boyle e Stanton estao nomeados The Curious Case of Benjamin Button e Milk. Na categoria de Melhor Realizador, repetem os autores dos cinco filmes nomeados, incluindo Andrew Stanton, autor de Wall-E.
Quanto aos actores nomeados encontramos Sean Penn, Mickey Rourke, Clint Eastwood, Richard Jenkins e Frank Langella, entre os homens, e Anne Hathaway, Sally Hawkins, Meryl Streep, Melissa Leo e Angelina Jolie na secçao feminina.
Nas categoria de suporte, a Heath Ledger juntam-se Robert Downey Jr, Philip Seymour-Hoffman, Michael Shannon e Bill Irwin. Na categoria feminina estao nomeadas Amy Adams, Penelope Cruz, Rosemarie De Witt, Kate Winslet e ainda Viola Davis.
Para ver as restantes nomeaçoes, clique aqui. Os vencedores serao conhecidos a 18 de Dezembro.

Já em Detroit, Wall-E, Slumdog e The Dark Knight estao acompanhados de Frost/Nixon e The Wrestler.
Aranofsky e Howard juntam-se a Nolan, Boyle e Stanton, enquanto que Josh Brolin, e Di Caprio sao os rivais do trio favorito Penn-Rourke-Langella. Na categoria feminina repetem-se as nomeaçoes de Chicago, com a troca de Angelina Jolie por Kate Winslet. Já na secçao de secundarios, entram Michael Sheen, Eddie Marshan e James Franco, para disputar o prémio com Robert Downey Jr e Heath Ledger. Quanto ás actrizes escolhidas, repetem Penelope Cruz e Rosemarie De Witt, e a elas juntam-se Elizabeth Banks, Marisa Tomei e Amy Adams.
Clique aqui para conhecer todos os nomeados.

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