Em Hollywood não há corpo mais cobiçado.

Enquanto os fãs desesperam por um papel mais ousado, a jovem Scarlett Johansson continua a usar o corpo como uma das principais armas na sua ainda curta mas já repleta de sucessos, carreira cinematográfica.
Começou como a menina indie de Sofia Copolla e Robert Redford e depois transformou-se no protótipo da heroina de acção ao lado de Ewan McGregor. Entre tornar-se na musa de Woody Allen e os multiplos papeis em produções ligeiras mas que alcançam sempre números redondos no box-office com a sua presença, a verdade é que Johansson não se pode queixar.
Para os próximos tempos esperamos por ela em Iron Man 2, na próxima adaptação de Sin City...e quem sabe, num papel mais quente daqueles que a podem imortalizar ainda mais no seio das sex-symbols que têm feito parte da história do cinema norte-americano.

Há já quinze anos que vive como a eterna promessa do cinema norte-americano. Explodiu no grande ecrã ainda uma jovem adolescente, ao lado do veteranissimo Jean Reno em Leon, the Profesional, ainda iamos pela primeira metade dos anos 90. O seu rosto inocente nunca mais nos abandonou.

Já viajou pelas galáxias como a amaldiçoada princesa Amidala...já foi uma striper de nome desconhecido capaz de levar á loucura dois britanicos muito sérios...já esteve em adaptações de sucesso de comics e pelas ruas de Paris...
Sonha em ser realizadora e já falou várias vezes em abandonar a carreira de actriz para procurar algo mais...profundo. Este jovem israelita criada nos Estados Unidos é uma das actrizes mais talentosas da actualidade mas escolhe os papeis a dedo...não se vende ao primeiro cheque em branco mas também não deixa indiferente cada camara que se aproxima do seu rosto angelical.
Natalie Portman é uma actriz com caracter e com um rosto daqueles que, como dizia Gloria Swanson em Sunset Boulevard, provoca paixões capazes de incendiar a tela...

A revista Esquire catalogou o novo projecto que adapta o apocaliptico drama de Cormac McCarthy como um dos filmes mais importantes de 2009.
O projecto de John Hillcoat com Viggo Mortensen, Charlize Theron, Robert Duvall, Guy Pearce e Kodi Smith-McPhee relata o drama da sobrevivência num mundo vitima de uma série de cataclismos que praticamente destruiram qualquer traço da raça humana.
O filme estreia em Outubro e foi já antecipado como um dos grandes candidatos á próxima temporada de prémios. O primeiro trailer oficial pode ser visto a partir de hoje.
O actor Kevin Spacey anunciou que pretende persuadir a Academia de Hollywood a considerá-lo como o apresentador oficial da próxima gala dos Óscares.
Após a bem sucedida aventura com Hugh Jackman na última edição, a Academia considera manter a aposta em actores consagrados em lugar dos habituais comediantes. Nesse sentido está a baralhar uma série de hipóteses crediveis. Spacey figura na lista.
Duplo vencedor de um Óscar (The Usual Suspects e American Beauty, como secundário e principal em 1995 e 1999), Kevin Spacey é hoje director do Old Vic londrino e abandonou o cinema para se dedicar ao mundo do teatro. No entanto mostrou a sua total disponibilidade e interesse em suceder ao australiano.
Resta saber se um nome tão pouco popular junto do grande público - ao contrário de Jackman que tinha sido votado como o homem mais sexy do planeta por uma publicação norte-americana - será a aposta ideal para a Academia levantar uma vez mais as pobres audiencias que tem conseguido nos últimos anos. Kevin Spacey espera que sim!

A Weinstein Corp divulgou o primeiro trailer da sua grande aposta para 2009.
Nine é a adaptação de Rob Marshall ao grande ecrã do musical da Broadway multi-galardoado com vários Tonys e que é, já em si, uma adaptação do sucesso de Federico Fellini 8 1/2.
No papel originalmente de Marcello Mastroianni temos a Daniel Day-Lewis que dá corpo a um realizador que, em plena crise de inspiração para terminar com o seu próximo projecto, o nono da sua carreira, se ve envolto numa série de precipecias oniricas com as mulheres mais marcantes da sua vida.
O estelar elenco inclui Nicole Kidman, Marion Cottillard, Fergie, Kate Hudson, Judi Dench, Penelope Cruz e Sophia Loren.
O filme chega ás salas em Novembro e é um dos máximos candidatos aos Óscares 2009.
Depois de anos se ter falado da adaptação ao cinema da vida e obra da mais marcante voz da música norte-americana parece que finalmente o filme Sinatra vai ganhar forma.
Martin Scorsese foi apontado como o director do projecto que se centra na ascensão de Frank Sinatra, desde os dias de jovem no meio mafioso italo-americano de New Jersey até à sua consagração como a voz mais marcante do século XX, sem esquecer a sua carreira como actor, premiada em 1953 com o Óscar de Melhor Actor Secundário pelo papel em From Here to Eternity.
Scorsese, um fã confesso de Sinatra, sempre mostrou interesse em adaptar a vida do cantor ao cinema. Phil Alden Robinson (autor do poético Field of Dreams com Kevin Costner) escreverá o argumento que só agora avança porque até hoje não existia um acordo entre a produção e os herdeiros do autor e donos do espólio sonoro que será o corolário do filme.
Apesar de ainda não estar sobre a mesa, o mais provável é que este projecto - mais um para a longa lista de Marty - volte a contar com Leonardo Di Caprio no principal papel.

Depois de Woody Allen a ter seleccionado em Março para protagonizar o seu próximo projecto, que começará a ser rodado em Londres este Verão, Nicole Kidman decidiu abandonar o cineasta deixando-o assim com um complicado problema nas mãos.
A actriz australiana alegou razões pessoais para não se juntar à sua amiga Naomi Watts e ainda a Josh Brolin, Freida Pinto e Anthony Hopkins na rodagem do filme - ainda sem titulo - do realizador nova-iorquino.
Kidman, que nunca tinha trabalhado com o cineasta, parece estar actualmente mais concentrada na sua vida familiar, tendo já abandonado nos últimos dois anos vários projectos a que esteve ligada. Woody Allen espera agora poder encontrar uma substituta à altura, a tempo de começar as filmagens.

Já se suspeitava, especialmente após as primeiras reviews que foram saindo ao largo da semana nos States. Up volta a por a Pixar como o exemplo da máxima perfeição cinematográfica, o único centro creativo que, a dia de hoje, nunca desilude. Cannes ontem aplaudiu de pé, com óculos 3D incluidos, o novo filme da productora. Peter Docter criou uma inesquecível fábula literalmente de bradar aos céus por mais. O festival arranca com muito bom pé...
Uma ovação de pé do público e criticos incapazes de conter a admiração por mais uma pequena pérola de animação, mesmo que esta venha no sempre polémico formato 3D e com uma estética distinta à que a Pixar nos acostumou nos últimos anos. Up triunfou em toda a linha. Pelo desenho, pelo ambiente, pela fábula e pela direcção de um Docter cada vez mais ao nivel dos seus colegas mais premiados - Bird e Lassater - e superou as altas expectativas que WALL-E levantou no passado ano.
O filme centra-se na viagem de um reformado (cujo o rosto é exactamente identico ao de Spencer Tracy no final de carreira, esse avo da América inesquecivel) e de um jovem escuteiro e o seu insperável cão, pelos céus do Mundo com a casa a ser suportada por balões. Uma metáfora visual impactante, especialmente se, por detrás, está uma belissima história de amor repleta de metáforas clássicas caprianas. A Pixar prova, uma vez mais, que continua a ser o único estúdio cinematográfico - apesar da compra pela Disney - com independencia suficiente para criar algo constante e de altissimo nivel.
O certame segue hoje para o arranque da secção competitiva.

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