Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Estreias - De volta á Enterprise

Foi um dos maiores sucessos televisivos dos anos 70 e andou pelos cinemas nos anos 80 e 90. Depois de um largo hiato a Enterprise volta ao grande ecrã. E em grande estilo. 

 

Dirigida por J. J. Abrams - o guro da série televisiva Lost e que já se aventurou no grande ecrã com MI: 3 - o filme recupera a mitica tripulação da celebre nave espacial comandada pelo capitão Kirk. Uma tripulação de nomes bem conhecidos do universo da ficção cientifica, mas repleta de caras novas.

 

Chris Pine, Zachary Quinto, Eric Bana, Karl Urban, Simon Pegg, Anton Yelchim, John Cho e Winona Ryder seguem a estela de nomes ilustres como Leonard Nimoy, que regressa especialmente para esta aventura zero que pretende relançar a popular saga.

 

O filme abriu com óptimas criticas nos States e prepara-se para ser um dos grandes blockbusters do ano. As distantes galáxias estão agora e de novo á distancia de um bilhete de cinema. Bem vindo de volta ao universo Star Trek.

 

Esta semana estreiam também:

 

Documentário que recupera a herança lançada por Cidade de Deus e pela nova vaga de filmes realistas brasileiros, Cidade dos Homens volta a dentrar-se sobre a miséria nas favelas. Filmado em 2007, o projecto de Paulo Morelli centra-se na história de amizade de dois jovens de bandos rivais numa favela do Rio de Janeiro onde desde muito cedo os mais novos são obrigados a ser homens. 

 Depois de várias semanas onde teve estreia anunciada, chega finalmente ao cinema SAAL, filme documental sobre a revolução que o urbanismo português sofreu após Abril. SAAL resultou de um projecto pioneiro de vários arquitectos que aqui revivem a experiência num país onde o futuro era ainda algo incerto.

 

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 19:20
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The Road re-agendado para Outubro

Esteve para ser um dos projectos mais aliciantes de 2008 mas a Weinstein Corp., ás voltas com uma série de sucessos inesperados, decidiu guardar o trunfo para 2009. E The Road já tem data de estreia prevista: 16 de Outubro.

 

O filme adapta o célebre livro homónimo de Corman McCarthy (autor de No Country For Old Men) que relata a dramática história de um pai e filho que sobrevivem a um desastre apocaliptico que significa a parcial destruição da Humanidade. Os dois são forçados a deixar o seu lar e procurar sobreviver num Mundo em destruição e paranoia absoluta.

 

Um filme apocaliptico e dramático que conta com Viggo Mortensen, Robert Duvall, Guy Pearce, Charlize Theron e o jovem Kod Smith-McPhee nos principais papeis. O argumento final do projecto é da autoria de John Penhall.

 

A direcção de The Road é de John Hillcoat.

 

 

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 05:16
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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Watanabe e Hardy juntam-se a Inception

O carisma de Christopher Nolan parece ser suficiente para garantir um elenco de luxo.

 

Depois de trabalhar com equipas repletas de estrelas consagradas nos dois filmes sobre Batman e The Prestige, o cineasta britanico volta à carga com mais um elenco de sonho para o seu próximo projecto, Inception.

 

Ken Watanabe - que já trabalhou em Batman Begins com o realizador - e Tom Hardy são as novas aquisições do filme que começará a ser rodado este Verão. Os actores juntam-se aos já confirmados Leonardo DiCaprio, Ellen Page, Cilian Murphy, Marion Cottilard, Joseph Gordon-Levitt e Michael Caine.

 

Incepcion segue uma equipa de investigação especial liderada por Di Caprio especialmente em descortinar os cantos mais reconditos da mente humana. Um thriller de ficção cientifica que marca a estreia do realizador no genéro e que tem levantado bastante expectativa, não tivessem sido os últimos quatro filmes de Nolan retumbantes sucessos de critica e público.

 

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 19:19
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Ballast vence Indie Lisboa mais americano de sempre

Era o filme favorita da critica e não surpreendeu ninguém que tivesse sido consagrado como o grande vencedor da edição deste ano do Indie Lisboa.

 

Ballast, do norte-americano Lance Hammer, marca a afirmação da nova vaga do cinema "indie" vindo dos States no IndieLisboa. Bem diferente dessa onda marcada por jovens cineastas repletos de glamour (Sofia Copolla, Wes Anderson, Alexander Payne) que logo se tornaram em nomes de culto, esta nova perspectiva dessa América esquecida pela máquina de Hollywood tem conquistado apoios nos quatro cantos do Mundo. Não estranha por isso a consagração de Lisboa. O filme, que marca a estreia do realizador, centra-se na vida de uma família disfuncional do Mississipi que se une à volta de um estranho suícidio.

 

Premiado por um juri presidido por Marco Muller - também director do certame de Veneza - e que contava com Ines de Medeiros, Rabah Ameur-Zaimeche, Christophe Terhecthe e Raymond Walvren, Ballast prova a força de essa nova visão mais crua da realidade social de um país que é, em si mesmo, um mosaico demasiado complexo para enquadrar numa tendencia exclusiva.

Também premiados foram o chines Jalainur (de Zhao Ye), - Prémio Distribuição - filme sobre um maquinista solitário nas estepes da Mongólia, e Ruinas (de Miguel Mozos) - Prémio Longa-Metragem Nacional -  documentário portugues sobre a degradação de edificios emblemáticos do espaço urbano nacional. 

 

O público preferiu por premiar o documentário canadiano L´Encerlement de Richard Brouillett dedicado a explorar a situação politico-social actual da ideologia neo-liberal. No meio das curtas-metragens a vitória foi para Visita Guiada, do portugues Tiago Hespanha.

 

A parte da competição principal houve vários juris a distribuir prémios aos filmes mais marcantes do certame que terminou no passado domingo, depois de duas semanas de apresentação de vários projectos inéditos em Portugal, a par da homenagem realizada a Werner Herzog.

 

Entre os restantes premiados encontram-se The Happiest Girl in the World e Los Herederos, no circuito de longas-metragens, e de Kempinski e Arena no seio das curtas-metragens. Este último vai estar igualmente presente no próximo Festival de Cannes. Outros projectos nacionais premiados foram as curtas Alasca, Pássaros e VIsionary Iraq.

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 14:28
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Pitt dá a cara por Inglorious Basterds

O novo filme de Quentin Tarantino continua a levantar expectativas antes da sua pré-estreia mundial no próximo Festival de Cannes. O projecto de longa data do realizador conta com um elenco repleto de nomes sonantes onde se destaca Brad Pitt.

 

É o próprio actor quem dá a cara pelo filme na divulgação do próximo poster de Inglorious Basterds, filme sobre um grupo de soldados norte-americanos de ascendência judia que se infiltram em França para assassinar oficiais de elite do exército nazi.

 

No elenco estão também Daniel Bruhl, Diane Kruger, Mike Meyers e Eli Roth. O filme estreará em Cannes e logo no mercado norte-americano.

 

 

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 20:26
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Rostos

Está em grande forma. Dá replica a Russell Crowe em State of Play e a Portugal chegou esta semana um dos seus últimos projectos, Married Life.

 

Com The Notebook e Red Eye saltou para o estrelato e emergiu como um das grandes next big thing. A explosão de 2005 não teve uma repercursão imediata na carreira da jovem actriz de Ontario, Canada. Agora que chegou á casa dos 30, tem vários projectos na manga para voltar á ribalta.

Este ano estreia Sherlock Holmes, onde dara rosto e corpo ao interesse amoroso do famoso detective, mas também co-protagoniza The Time Traveler´s Wife, ao lado do australiano Eric Bana. Para 2010 está já anunciado Morning Glory onde contracenerá com Harrison Ford.

 

A ponto de começar uma nova etapa da sua carreira, Rachel McAdams é um desses nomes que ficam na retina. Ouviremos falar mais dela nos próximos anos. E isso é uma certeza!

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Autor Miguel Lourenço Pereira às 13:26
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Appaloosa - Polvora seca

O western tornou-se no genero maldito do cinema. A sua época de glória já lá vai longe mas há sempre alguém – provavelmente aqueles que cresceram a ver as aventuras dos seus heróis a cavalo – que teima deixá-lo morrer. Com as melhores das intenções mas nem sempre com o maior dos acertos.

 
Ed Harris provou com Pollock que é um autor com uma sensibilidade extremamente interessante e que deveria ser explorada até recônditos que talvez o próprio desconheça. Mas provavelmente o oeste selvagem não seja o laboratório ideal. Nesta história de camaradagem à moda antiga, a lembrar os velhos clássicos de Howard Hawks, o realizador que também co-protagoniza o filme, ao lado do seu amigo Viggo Mortensen, presta a sua especial homenagem ao género. Mas não consegue criar uma narrativa suficientemente cativante para acompanhar a beleza estética das montanhas áridas do deserto. Esse sentido estético aprumado até ao detalhe é um dos momentos altos de Appaloosa, mas à medida que o tempo vai passando e que a história vai tendo, cada vez mais, brechas difíceis de tapar, o efeito também vai desaparecendo.
 
O triangulo amoroso – os romances sempre foram algo complexo no masculino universo dos westerns – contra o espírito de camaradagem parece ser a premissa inicial do filme, mas a verdade é que a história vai-se adensando em campos bem mais surpreendentes do que parecia à primeira vista. No entanto não consegue fugir em demasia aos clichés do género acabando por perder aquela mística inicial, quando encontramos a Virgil e Everrett, estes dois justiceiros a cavalo, a chegar ás portas da pequena localidade no meio do deserto. E se Ed Harris e Viggo Mortensen pertencem a essa escola de “underacting” puro, essa representação sempre contida de emoções, que dizer do olhar felino de Jeremy Irons capaz de roubar toda e qualquer cena por onde passe. O elenco é de luxo (e ainda andam por lá Renne Zellweger e Timothy Spall) mas a narrativa não acompanha em ritmo os nomes.
 
Appaloosa é mais um desses projectos que custa catalogar como falhados, até porque, qualquer cinéfilo que se preste, tem essa costela nostálgica do velho western que torna cada um destes filmes numa pequena relíquia. Mas como foi Open Range com Costner, este Appaloosa tem mais em intenções do que em feitos. Ao contrário da bem sucedida aventura de James Mangold – que soube captar o ideal do western e adapta-lo ao ritmo e espírito dos dias de hoje – este é um filme demasiado parado e contemplativo para deixar marca profunda. Uma pena, até porque o olhar de Ed Harris e o rosto perdido de Viggo Mortensen entram perfeito nesse museu de heróis sem nome que guarda o Monument Valley nas suas grutas mais escondidas.
 
Classificação
 
Realizador – Ed Harris
Elenco – Viggo Mortensen, Ed Harris, Jeremy Irons
Productora- Fox
Classificação – m/16
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Autor Miguel Lourenço Pereira às 11:31
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Sábado, 2 de Maio de 2009

Fast and Furious - Sem motor para mais

Repetir fórmulas gastas é o pão nosso de todos os dias lá para os lados de Hollywood. Já se perdeu a conta as remakes, sequelas e versões alternativas de filmes bem sucedidos. Tudo em busca do dolár seguro, do lucro rápido. Sem um pingo de imaginação a atravessar a mente. De tanto repetir, alguns destes projectos acabam por fazer parte da mobília. É normal esperar de tempos a tempos um novo James Bond ou um novo Bourne. E era por isso previsível que, tarde ou cedo, fosse chegar um novo filme para os amantes do tunning. Recuperar as duas estrelas originais foi o truque na manga da produtora. O envelope pode mudar, mas o conteúdo da carta continua a ser o mesmo.

 
Já foi de Los Angeles a Miami e de aí até Tóquio. Onde quer que exista um grupo de amantes de tunning há um potencial “fast and furious”. Tentanto pincelar o filme com tons de drama policial esta nova aventura de vin Diesel e Paul Walker a bordo dos carros mais personalizados da Meca do cinema, Fast and Furious é um reciclar constante de ideias e planos já vistos. Um filme que perde para o original em imaginação e efeito surpresa, mas que, surpreendentemente, soa a fresco. Talvez porque os seus dois antecessores foram, de facto, maus de mais. Ou talvez porque este é um mundo ainda por explorar. O que é certo é que o entretenimento está garantido com estes dois intrépidos conductores. E a acção também.
 
Fast and Furious não é um mau filme, desde já. Mas vive consciente das suas limitações e não se preocupa em ser melhor. Essa desistência, que tem marcado quase todos os projectos que saem do cinema de acção e aventura norte-americano das últimas temporadas, é o mais preocupante. Já não se tentam fazer bons filmes. Apenas filmes que vendam. E a diferença é bastante substancial. O facto de já estar confirmado um quinto filme prova, antes de mais, a teoria. Este é um filão sem fim. Até ao dia em que o público se fartar e se tenham provado todas as variações possíveis e imaginárias. Até lá o aspecto surrealista dos carros, as velocidades estonteantes e os duelos modernos, onde os cavalos passam a ser os carros e as pistolas os pedais, serão suficientes para garantir uma emotiva tarde de sábado.
 
Classificação
 
Realizador
Elenco – Vin Diesel, Paul Walker, Michelle Rodriguez
Productora
Classificação – m/12
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Autor Miguel Lourenço Pereira às 00:30
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