
O cinema são rostos. Mas também são corpos.
Corpos em movimento. Corpos em extase. Corpos quietos, rodeado de luz e sombras. Corpos que fizeram história...que deram cor a tantas histórias...que povoaram sonhos e marcaram eras...
Se houve um corpo marcante, na história do cinema, esse corpo teve selo frances. Um corpo que rivalizava (e era a inveja) das sex bombs que Hollywood produzia a ritmo alucinante. Um corpo transformado até chegar aos contornos de grande mito sexual europeu do século XX.
Brigitte Bardot marcou mais do que uma simples era. Foi actriz - bem orquestrada por poucos realizadores - mas, acima de tudo, foi o modelo da era dourada que viveu a Europa. Uma era de bem estar, de liberdade e da busca pelo proibido. Desde Et Dieu Crea La Femme... que BB se tornou em mais do que uma simples actriz. Foi o simbolo dos anos dourados da Cote D´Azur, marcou obras chave da Nouvelle Vague e foi das primeiras actrizes a rebelar-se contra o poder crescente dos Media a ponto de abandonar precocemente a sua carreira, enquanto ainda estava no cume.
E até na despedida soube ser sábia deixando na memória imagens que seriam ilustração obrigatória de uma época...

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